Mudança no modelo de negócio ainda esbarra em transformações de cultura organizacional; startups crescem com inovação nos processos de venda

As concessionárias e revendedoras de veículos estão se adaptando às mudanças tecnológicas impostas pela pandemia. A implementação de novos processos tem reduzido o tempo nos atendimentos, aumentado a produtividade e elevado as vendas. O mercado observa atentamente novas formas e tecnologias capazes de impulsionar os negócios, mas o processo de transformação digital exige uma mudança profunda no tradicional modelo e é necessário se preparar.  

A inovação tecnológica é a chave para tornar o segmento mais disruptivo e facilitar a integração de diferentes produtos e serviços. Empresas de tecnologia especializada em transações, B2B, de veículos usados e seminovos expandem cada vez mais suas estratégias para enfrentar a adversidade e migrar para um modelo mais digital. Com o propósito de inovar a jornada e os processos no mercado automotivo, Fúlvio Kaminski Massaro fundou a Auto Arremate em 2019.

Categoria leilão de carros

Auto Arremate é uma empresa de tecnologia, que entrega soluções digitais para o segmento de repasse de veículos, apresentando ao mercado um novo conceito. Especializada em transações B2B, a Auto Arremate tem o propósito de conectar compradores a vendedores de veículos, unindo o processo DGC Digitalização, Gestão e Comercialização, auxiliando as concessionárias em todo o processo de avaliação, intermediação e venda dos usados. Massaro, explica que esse processo é escalável e diminui as possibilidades de fraudes e descaminho.

– Nesse processo, a digitalização da jornada não somente formaliza o mercado de repasse, como também aumenta a rentabilidade. Assim, todos podem ganhar, inclusive o consumidor –, argumenta.

Soluções que reduzem o tempo de ciclo de venda de um veículo com foco na entrega dos maiores retornos econômicos. A transformação digital vem trazendo mais rentabilidade e praticidade aos processos do segmento. Porém uma das dificuldades que ainda assombra esse nicho é a entrada no modelo “on”, ou seja, digitalizar os seus processos e aceitar o e-commerce como uma realidade atual.

Líderes empresariais devem estabelecer a base para que suas organizações prosperem em um mundo muito diferente. De acordo com Massaro, a pandemia acelerou três tipos de transformação que estão interligados e afetam todos os setores: a adoção de tecnologias digitais, o desenvolvimento de novos modelos de negócios e a implementação de novas formas de trabalhar.

– A maioria das empresas agora está envolvida em um ou mais desses tipos de transformação. As empresas que não se adaptarem – seja porque ignoraram os sinais ou não se adaptaram com rapidez suficiente – correm o risco de se tornar obsoletas –, avalia.

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A transformação digital, no entanto, precisa ser profunda e isso implica em mudanças significativas de cultura. Isso porque para que novos modelos de negócios e novas formas de trabalho deem certo, é necessária uma base sólida de apoio a mudanças de comportamento e normas organizacionais. Estudos comprovam que as empresas com foco na cultura têm cinco vezes mais probabilidade de alcançar resultados inovadores em suas iniciativas de transformação digital do que aquelas que não o fizeram.

– Empresários enxergam o mercado de seminovos e o de repasse como um negócio rentável. A tecnologia evolui a cada dia e a necessidade de mudar uma cultura que é muito tradicional se torna urgente. Os líderes devem adotar uma abordagem proativa para construir a cultura certa agora e evitar a necessidade de reformular a cultura em paralelo com a transformação organizacional em larga escala.

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