aterro sanitário em bali

Como aumentar a vida útil de um aterro sanitário?

Aumentar a vida útil de um aterro sanitário não é um bicho de sete cabeças.

É uma solução bastante simples para um problema que gera muitos gastos financeiros e ao meio ambiente. Pois, a construção de um aterro sanitário gera muitos gastos nesses dois sentidos. Além de todo um trabalho e desgaste de áreas paralelas que sofrem os seus efeitos durante anos após o término das atividades naquele local.

Quanto você acha que produz de lixo por dia? De acordo com estimativas, um brasileiro é capaz de produzir cerca de 1,1kg de lixo por dia. E parte dessa produção desemboca diretamente para os aterros sanitários das cidades. Aumentar a vida útil desse destino, que é capaz de receber 5 mil toneladas de lixo por dia, é um dos grandes desafios das capitais, onde a produção de resíduos cresce a cada dia.

Veja neste post a solução para aumentar a vida útil de um aterro sanitário!

Tempo de vida útil de um aterro sanitário

O tempo de vida útil de um aterro sanitário é um item de preocupação para os empresários do setor ou para os interessados no segmento. Geralmente, de acordo com os estudiosos e outros trabalhadores do ramo, o tempo máximo de operação de um aterro sanitário chega a  10 anos.

imagem de um aterro sanitário cujo lixo está transbordando
A reciclagem de conteúdos como plásticos, latas de alumínio, vidros e papel, são vantajosas. Especialmente porque esses materiais são capazes de serem reutilizados ou serem comercializados posteriormente, evitando que ocupem espaços nos aterros sanitários.

No entanto, raramente os espaços conseguem chegar a esse trecho de tempo. Isso porque, especialmente no Brasil, os aterros infelizmente não são bem cuidados ou passam por todas as manutenções preventivas para que o seu tempo de vida útil aumente. Quando um aterro sanitário tem a sua capacidade esgotada, é preciso fechá-lo imediatamente.

Em seguida, é importante providenciar algumas medidas para a área, como o reflorestamento. Isso é para diminuir todos os impactos ambientais causados naquele trecho. É importante ressaltar que mesmo após que as atividades nos aterros sanitários cheguem ao seu fim, aquele terreno ainda produzirá gás e chorume pelos próximos 15 anos.

Ou seja, fica inviável que aquele espaço seja utilizado para construções de prédios, espaços domiciliares e, especialmente, hospitais ou outros centros de saúde. Também é importante ressaltar que mesmo que seja o destino mais comuns das sobras dos resíduos não reaproveitáveis, o aterro sanitário tem um tempo de vida útil limitada. É extremamente significativo respeitar esse espaço e tempo, especialmente por parte do tratador e dos empresários por trás daquele projeto.

No entanto, existem algumas medidas para que você consiga aumentar o tempo de vida útil do seu aterro sanitário ou para preservá-lo da melhor forma. Confira a seguir algumas dicas.

Como aumentar a vida útil de um aterro sanitário?

Como já vimos anteriormente, o espaço destinado ao uso dos aterros sanitários é para os resíduos que não puderam ser reaproveitados, reutilizados ou que não puderam passar pelos processos que outros materiais tiveram em unidades de tratamento. Sendo assim, acabaram sendo destinados a estas áreas. Geralmente, são materiais provenientes de indústrias, hospitais ou construções que não tiveram um devido fim. 

Um levantamento feito pela cidade de Criciúma realizado junto ao Plano Municipal de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos (PMGIRS) averiguou que 37% dos resíduos coletados pela cidade e que são direcionados aos aterros sanitários, na verdade, são resíduos orgânicos. Ou seja, são resíduos que deveriam, na verdade, passar por um tratamento anterior. E não ser direcionados para um aterro sanitário. É esse tipo de comportamento que faz com que os terrenos se sobrecarreguem, deixando de dar espaço para materiais que, de fato, necessitam estarem lá.

imagem de um aterro sanitário cujo lixo está transbordando
Os resíduos orgânicos, uma vez direcionado à compostagem, podem se transformar em um adubo orgânico, uma fibra eficiente para aumentar o potencial de plantações, além de ser depositado nos próprios aterros posteriormente.

Se essa porcentagem (os 37% mencionados acima) fosse devidamente encaminhada para a compostagem, que é o destino ideal para materiais desse tipo de origem, os aterros teriam mais espaço para materiais que realmente não possuem outra alternativa, se não o descarte nos espaços dedicados para isso.

Para isto, é necessário que hajam campanhas de conscientização por parte das prefeituras para que a população passe a reciclar os materiais e resíduos. Também devem ser colocadas lixeiras para incentivar a separação do lixo por tipo de materiais, a coleta seletiva, além de aumentarem o número de lixeiros para que não haja o despejo de lixo no chão. 

Reciclar é a melhor alternativa

De acordo com o lixólogo João Marques, em entrevista ao G1, a vida útil dos aterros sanitários no Brasil inteiro poderia aumentar caso houvesse consciência quanto à reciclagem dos materiais e resíduos.  “Além de gerar emprego e renda podemos estar aumentando a vida útil do aterro retirando todo esse resíduo que está vindo para o aterro e deixando aqui apenas o rejeito”, contou João.

diagrama representando reciclagem
Além da redução, é importante também fomentar a reciclagem dos materiais a fim de diminuir o seu descarte. O reuso de itens passou a entrar na pauta dos municípios e órgãos que são responsáveis pelo tratamento do lixo.

Essa logística de reciclagem também é muito interessante quando é adotada para os materiais secos. Isso porque a reciclagem de conteúdos desta natureza, como plásticos, latas de alumínio, vidros e papel, são vantajosas. Especialmente porque esses materiais são capazes de serem reutilizados ou serem comercializados posteriormente, evitando que ocupem espaços nos aterros sanitários.

Conclusão

Através do que conseguimos analisar aqui, é notável que, ao tomarmos as medidas de reciclagem cabíveis e simples, especialmente no que se referem os resíduos orgânicos e secos, estaremos reduzindo o volume final dos materiais que serão enviados para os aterros sanitários.

E ao minimizar esse volume, dando menos trabalho aos espaços, estaremos, dessa forma, prolongando o seu tempo de vida útil, fazendo também com que a sua operação para a deposição de materiais seja prolongada, impedindo que não seja mais necessário fazer o uso de uma nova área para esta finalidade. 

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