Segundo o Superbid, uma média de dois lotes de suínos são habilitados semanalmente, cada um com aproximadamente 45 a 85 animais

De acordo com informações da Associação Colombiana de Suinocultura (Porkcolombia), com corte até agosto de 2020, foram produzidas cerca de 301.129 toneladas de carne suína, o que representa um aumento de 5,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Da mesma forma, no mesmo período, 3,2 milhões de cabeças foram geradas no lucro, o que significa um aumento de 4,4% em relação a 2019.

Apesar desses resultados, o setor de suínos não está isento das consequências que a pandemia da Covid-19 trouxe e que afetou diversos setores econômicos. Precisamente, em abril, o setor registrou mais de 100 bilhões de perdas com a redução do poder de compra dos consumidores, o que, por sua vez, reduziu os preços de compra dos produtores em 22%.

Por isso, os suinocultores tiveram que repensar a necessidade de realizar novas estratégias de marketing que atendessem às necessidades atuais e, por isso, se aventuraram no mundo digital desde maio, oferecendo seus suínos por meio de leilões virtuais.

“Os leilões virtuais são uma grande oportunidade para os produtores, porque melhoram o processo de comercialização, permitindo que um maior número de pessoas se interesse pelo nosso produto e invista nele, contribuindo assim para a consolidação da suinocultura como uma das principais indústrias que alimentam os colombianos.

“Por meio da internet, buscamos facilitar o trabalho dos suinocultores e comerciantes, promovendo espaços alternativos de compra e venda transparentes, seguros e rentáveis”, explica Gustavo Quiñónez, gerente de categorias de produção da Superbid Colômbia.

Por sua vez, Helena Balcázar, gerente geral do Superbid Colômbia destacou que, em média, são habilitados dois lotes de suínos por semana, cada lote com cerca de 45 a 85 suínos, de 10.000 kg a 20.000 kg por lote.

“Geramos 20 leilões de suínos, 124 lotes vendidos, cada lote de 12 a 26 suínos com um valor de venda de US $ 576 milhões. O preço da oferta inicial varia entre R $ 1.900 a R $ 2.400 o quilo”, destacou Balcázar, que indicou que a meta para o final do ano é conseguir gerar vendas de mais de R $ 1.000 milhões, chegando a um número maior de compradores e vendedores do setor suíno colombiano.

Atualmente, de acordo com informações da plataforma Superbid Colômbia, os suinocultores dos departamentos de Antioquia, Cundinamarca, Tolima e Casanare participam dos leilões virtuais.

“Esse novo mecanismo de leilões virtuais tem se posicionado nos processos de comercialização de animais, pois permite que as empresas produtoras ofereçam uma recuperação efetiva da liquidez e, aos compradores, garante a aquisição de proteínas com o melhor preço do mercado, sem o custo de intermediários “, disse Quiñónez.

Leia a matéria na íntegra: https://www.agronegocios.co/ganaderia/el-sector-porcicola-le-apuesta-a-las-ventas-de-animales-a-traves-de-las-subastas-virtuales-3069693

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